Motor de conciliação por evidências, com revisão humana na fila. Cruza os pagamentos das fontes com os títulos do Omie e decide a baixa.
Recebíveis das fontes (Credix, Malga, Stark, Rede, Stone) confrontados com os títulos do Omie — as três bandejas, a evidência de cada e a conferência de saldo.
O que a Mecanizou paga — fornecedores, equipe, despesas. Concilia os pagamentos efetuados com os títulos de contas a pagar do Omie. Em desenvolvimento — mesma lógica de evidências, do outro lado do caixa.
Como o motor decide e como cada fonte do Contas a Receber funciona.
Não existe uma chave que decide tudo. Várias estratégias rodam em paralelo, cada uma vira uma evidência ponderada apontando um título. O motor agrega (soma ponderada) e separa em três bandejas:
API direta. O pedido já nasce com a NF → casa por NF + valor. Baixa pelo valor de face (bruto); a tarifa é lançamento à parte. O anel Itaú confirma que o líquido caiu de verdade (fecha 99,55%). Fonte limpa.
Multiplexa Mercado Pago, PicPay e Pagar.me (cada card mostra o badge do sub-provedor). Lê do banco e casa por reference_id → pedido do Omie. Juros de Pix e parciais caem no segundo check por natureza.
API direta. Não carimba pedido/NF → casa por CNPJ + valor, via ponte (CNPJ → cliente do Omie). Segundo check / manual. Baixo volume.
Ferramenta de cobrança (sem integração). O título nasce boleto e vira cartão na cobrança. O sistema sugere o título por cliente + valor e faz a baixa: troca p/ cartão, escreve o NSU e a conta.
Sobretudo tesouraria. O dinheiro de cliente entra em Pix com CPF/CNPJ no extrato → casa por CNPJ + valor via ponte. Manual quando o pagador não é cliente cadastrado.
Sem API: lê o extrato OFX. É o anel de saldo que confirma que o líquido (após Credix → Itaú) caiu de verdade. Não é match item-a-item — é a validação final do dinheiro.